O homem como vitima do próprio homem. A desordenada ocupação urbana e o amontoado de lixo em que se transformou as cidades, são indiscutivelmente as maiores fontes de promoção ao aumento populacional das diversas espécies de escorpiões instaladas nos estados brasileiros. As dezenas de óbitos notificados mensalmente no país, que cresceram espantosos 164% na ultima década, justifica a frase que abre esse texto.

Não adianta mero desejo de eliminar os escorpiões. Não ofertar as condições ideais para que esse aracnídeo não avance nas áreas urbanas já é de grande valia. De um modo geral a maioria das pessoas já sabem que o alimento desses animais nos grandes centros urbanos é principalmente a barata de esgoto (Periplaneta Americana), que seus hábitos são noturnos e que vivem em locais escuros e úmidos, como as caixas de inspeção do seu edifício, casa ou empresa.


Algumas espécies como o Tityus Serrulatus, (escorpião amarelo), se encarregam de ampliar os piores números e estatísticas quando o assunto é escorpionismo. Abaixo comentamos sobre as três principais espécies.

Cabe lembrar que no Brasil duas das principais espécies são amarelas e bem semelhantes para avaliação de um leigo, sendo uma mais perigosa que a outra. Fazendo um breve resumo do seu ciclo biológicos, podemos destacar que eles nascem a partir de parto, e não por postura de ovos, e que a gestação dura em média três meses.

Por cerca de 15 dias depois do parto, a mãe mantém os filhotes sobre seu dorso. A maturidade sexual é atingida em média com 12 meses.



AS TRÊS ESPÉCIES DE ESCORPIÕES MAIS COMUNS NO BRASIL SÃO:

Controle de Escorpiões
Falar sobre combate a escorpião é falar sobre proteção a vida. A letalidade provocada por ele apresenta números cada vez mais impressionantes, levando em consideração que na ultima década as estratégias de controle se aprimoraram e ao menos em tese, eliminar escorpiões se tornou algo mais efetivo.
 

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