Como abordado no espaço dedicado ao controle de cupins, não há ser humano que não fique angustiado só de imaginar que seu imóvel pode ser atacado por esses insetos. Com fama de indestrutíveis, embora sejam frágeis, essas espécies se caracterizam pela organização e ação solidária dentro de suas colônias. Esses são exemplos de insetos sociais.

Na década de 90, uma conceituada empresa química, difundiu uma frase que dizia que só havia duas espécies de imóveis: O que tinha cupins e o que viria a ter nos próximos anos. O que na época pareceu uma “profecia do caos”, e um discurso alarmista, embora dito por uma das mais idôneas empresas mundiais, está prestes a ser confirmado. Nós do mercado técnico somos testemunhas desse crescimento.

Espécies como o Coptotermes Gestroi (cupim subterrâneo), avança por todas as cidades brasileiras, deixando um rastro de incalculáveis prejuízos, sendo classificada como o “câncer das construções”.

É possível que você já tenha pesquisado o termo “térmitas” (cupim é uma expressão indígena usada apenas no Brasil), e se assustado com a quantidade de casas arrasadas nos EUA e em diversos locais da Europa e América do Sul. Estamos falando portanto de uma praga que impacta fortemente a economia e provoca transtornos emocionais.


Mas o cupim não produz nada de bom?

Ao contrário do que muitos imaginam, esses insetos classificados como xilófagos (que se alimentam e/ou degradam madeira), são essências na decomposição de materiais nas florestas, penetram e transitam no solo gerando movimento de aeração, e fazem o seu papel na cadeia, servindo de alimento a diversas outras espécies.


AS TRÊS ESPÉCIES DE CUPINS MAIS COMUNS NO BRASIL SÃO:

Descupinização
Os imóveis lideram todas as pesquisas de sonho de consumo, e mesmo depois de realizado é uma questão de tempo voltar a desejar um apartamento ou casa maior e mais confortável. A idéia de segurança e fortaleza porém pode literalmente ruir e se apresentar frágil como uma casinha de brinquedo.
 

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